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A verdeira fantasia final. 

Depois do terrível fracasso de bilheteria e publico que foi Final Fantasy: The Spirits Within, por mais que ele tenha impulsionado os avanças gráficos (CGI) na industria do cinema, eu duvidei muito que algum dia fosse realizado outro filme relacionado a franquia Final Fantasy. Mais tarde, em 2005, fiquei surpreso com o anuncio de Final Fantasy VII: Advent Children que recebeu uma avaliação muito morna da critica e que acabou até mesmo por dividir a opinião entre os fãs de games sendo um novo fracasso de bilheteria.

Agora, eis que me surpreendo mais uma vez com o lançamento Kingsglaive: Final Fantasy XV para os cinemas – que não chegou a ser exibido em salas brasileiras ao contrários dos seus antecessores – sendo  ele um prequel (prequela) para os eventos que vão se desenrolar no game Final Fantasy XV que passou anos em desenvolvimento e promete ser o mais e mais profundo Final Fantasy de todos.

O narrativa do filme em questão é muito bem desenvolvida e cheia de elementos fantásticos que são completamente novos para o publico ocidental, envolvendo em seu mundo elementos mágicos e maquinário para relembrar a boa e velha questão da fantasia versos tecnologia que até mesmo foi abordada por Christopher Tolkien em sua obra O Senhor dos Anéis. Repleto de personagens que pela primeira vez em uma obra de origem asiática me fizeram criar uma pequena simpatia por eles é por seu mundo, creio eu que o longa tenha marcado o ano e até mesmo mostrado para alguns roteiristas de Hollywood como se cria e desenvolve personagens em tela e se constrói uma narrativa.

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Mas, apesar da minha admiração por parte de alguns elementos que compõem o roteiro do filme, no aspecto geral o enredo corre muito rápido e joga na cara do publico diversos conceitos e estruturas de mundo sem uma devida preparação. Não se pode pode apresentar um mundo tão vasto e um mundo tão completo quanto esse de uma maneira tão genérica e quase “michaelbayziana” sempre dando enfoque na ação e não no desenvolvimento de personagem dessa maneira. O protagonista, por exemplo, tem suas motivações muito mal apresentadas e o tempo todo você se pergunta “o que aconteceu com a família dele, mesmo?”, o que acaba por ser o calcanhar de aquiles do filme.

7,5 / 10

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