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E se você pudesse salvar o mundo, mas para isso tivesse de matar metade da população do planeta com um vírus – que vai matar exatamente metade da polução – você mataria?

O principal ponto que todo bom cineasta se preocupa ao produzir um longa para as grandes telas é desenvolver a trama de uma maneira que a história NÃO acabe por ser previsível para o público. A maneira em que o roteiro será desenvolvido no longa, alguns detalhes que constituem uma boa trama literária, podem acabar não fazendo sentido em tela. E esse, é o calcanhar de aquiles que vamos encontrar em Inferno (2016).

Não me entendam mal, eu adoro os filmes do Ron Howard (“Rush: No Limite da Emoção“, “Uma Mente Brilhante ” e “O Código Da Vinci“) o longa em questão tem lindas tomadas na Itália, elenco repleto de ótimas atuações e uma sequencia final de ação fenomenal filmada em Istambul.  Mas, não adianta em nada se produzir uma linda película quando o roteirista (David Koepp) não entende muito bem o que está fazendo ou acaba por criar diversas ideias que quando adaptadas para a tela acabam por constituir furos no roteiro.

Desde os minutos inicias de filme você já sabe exatamente o que vai acontecer, o personagem que vai gerar a catarse está o tempo todo revelado; não existe o sentimento de surpresa o publico não passa o filme inteiro esperando apenas pelo momento em que a trama se evidenciara para o protagonista. Um erro fatal, que acabou custando mais uma historia sensacional do grande autor Dan Brown, que a essa altura já deveria ter aprendido a escrever um roteiro de filme para evitar fracassos como esse.

Agora, não posso esquecer de maneira alguma de pegar no pé de uma das piores atuações do filme é atriz que está se alastrando em Hollywood como se fosse um vírus, Felicity Jones. Essa é uma interprete que sem medo algum, eu posso dizer que ela é inexpressível. Até ouso dizer que o problema do roteiro em muito é culpa de sua má atuação que entrega o segredo que deveria, como eu comentei anteriormente, ser a grande revelação da trama.

6/10

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Um comentário em “Inferno (2016) – Crítica

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